Alerta aos Pais Sobre Doenças Inventadas

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Um Alerta aos Pais Sobre Doenças Inventadas, como o TDAH

Alerta aos Pais Sobre Doenças InventadasNo início de um novo ano lectivo, para muitas crianças o início de uma nova vida escolar, acarreta para toda a família um certo desassossego, inquietude, porque muitos pais põem esperanças e espectativas muito elevadas nas capacidades dos seus filhos e esquecem que eles ainda são apenas crianças e têm o direito de ser crianças? E toda a criança é naturalmente irrequieta, viva, activa, travessa, brincalhona…

Aceitar esta realidade é a melhor forma de amarmos os nossos filhos, ajudando-os a dar os primeiros passos nas responsabilidades da vida de forma criativa, suave, lúdica e agradável mostrando-lhes a importância e o lado positivo da aprendizagem, explicando-lhes como o Universo é ordenado e organizado e como isso é importante para todos nós…

Existem actividades capazes de ajudar o seu filho a se equilibrar melhor e a se harmonizar sem ser necessário recorrer a medicações químicas, como por exemplo: Yoga, Meditação, Reiki, exercícios de respiração e relaxamento, massagens de descontracção, além de exercício físico periódico e uma alimentação natural e de preferência biológica.

O artigo que segue relata finalmente toda a verdade sobre a utilização de medicações químicas para o deficit de atenção, TDAH (doença fabricada pela industria farmacęutica) em crianças e jovens e os seus malefícios…

Por favor proteja as suas crianças, pois essa é a melhor forma de demonstrar o seu Amor porque…

Os vossos filhos não são vossos filhos.
São filhos e filhas da aspiração divina pela vida.

Podeis esforçar-vos por ser como eles,
Mas não tratem de querer que eles sejam iguais a vós.

Kahlil Gibran (O Profeta)

Como a indústria farmacêutica destrói premeditadamente as nossas crianças…

A doença chama-se TDAH. O gigante farmacêutico e outros facturaram bilhões nas últimas décadas com o uso da Ritalina. O citado neurologista norte-americano leva o nome de Leon Eisenberg. Todavia a verdade sempre vem ŕ tona, mesmo se ŕs vezes demore um pouco mais. Pouco antes de sua morte em 2009, o médico de 89 anos revelou o embuste: nunca ele havia imaginado que a sua descoberta se tornaria tăo popular, declarou ele num artigo:

“TDAH é um exemplo marcante de uma doença fabricada!”

Uma doença fabricada. Isso também foi comprovado por uma recente notícia há apenas algumas semanas: Diante do dramático aumento dos casos de diagnóstico de TDAH (um aumento de cerca de 400 vezes entre 1989 e 2001), os pesquisadores são agora unânimes: TDAH é estampada -precipitadamente- como espada de Dâmocles para a vivacidade das crianças. Os meninos caem com mais frequência na armadilha. Tudo deve estar em ordem para o cartel farmacêutico. Esta “doença fabricada” manifestou-se mundialmente como transtorno psíquico.

Uma injustiça, como cada vez mais vem à luz do dia: aquilo, que é conhecido como TDAH ou SDAH (Síndrome de Deficit de Atenção com Hiperactividade) e supostamente condicionada à herança genética, baseia-se, de facto, frequentemente em diversos motivos e tem pouco a ver com um verdadeiro quadro de doença psíquica, como me explicou há alguns anos o antigo chefe da psiquiatria para crianças e jovens da Uniklinik Eppendorf, o falecido Prof. Dr. Peter Riedesser: frequentemente problemas familiares têm um papel importante, que devem ser investigados, além disso, a maioria dos atingidos são rapazes, o que também está relacionado com o facto destes não raramente terem um temperamento mais desenfreado do que as meninas.

Mas em relação às meninas, a maioria das afirmações tendem para o códex comportamental, assim como para as instituições de acolhimento dos jovens, como também nas escolas. Basta os garotos brincarem como selvagens para que eles mereçam rapidamente a atenção. Na realidade, a TDAH é um problema dos incompreendidos jovens da actualidade. Um exemplo:

Quando eu vi há alguns anos a mãe de um garoto vizinho chorando, eu perguntei-lhe o que estava acontecendo. Ela respondeu que a educadora do jardim da infância lhe havia participado que o seu filho tinha a TDAH, a assim chamada Síndrome de Zappelphilipp, e que a criança teria que tomar o forte remédio Ritalina. Afinal, o garoto era hiperactivo. Eu fiquei pasmado, pois, a meu ver, isso era inimaginável, o menino não tinha um comportamento alterado, nem era hiperactivo, mas sim deixava uma impressão saudável de grande vivacidade. Como a educadora do jardim-de-infância sabia exactamente qual era o problema? Perguntei à mulher, pois ela não era nem psicóloga nem médica? A minha vizinha respondeu que a educadora havia participado num curso de formação exactamente sobre este tema.

Felizmente consegui telefonar imediatamente para o Prof. Riedesser e reportei-lhe o caso. O médico chamou o rapaz e o examinou minuciosamente. Diagnose: a criança era completamente normal. O que eu não sabia até então: a indústria farmacêutica formava há muito tempo educadores e professores de jardins-de-infância e escolas, a fim de que eles tivessem uma “visão exacta” sobre crianças com grande vivacidade, e cujos pais seriam informados sobre o perigoso diagnóstico afim de serem informados a respeito do adequado medicamento.

E aqui devemos saber: a Ritalina não é um comprimido qualquer, mas sim algo “barra pesada”: ela contém metilfenidato e atua nos neurotransmissores cerebrais, exactamente onde a concentração e os movimentos são controlados. E o que ainda é fatal: o efeito do metilfenidato nas pessoas está longe de ser completamente pesquisado. Nada se sabe sobre suas consequências nas próximas gerações; perigosas doenças como Parkinson devem estar relacionadas, por exemplo, com o uso da Ritalina. Os efeitos colaterais do pequeno comprimido branco vão desde a falta de apetite e insónia, desde estados de medo, tensão e pânico até crescimento reduzido (raquitismo).

Além disso: Ritalina é um psicofármaco e faz parte do grupo dos anestésicos, assim como a cocaína e a morfina. Todavia, como já foi dito, é receitado a crianças pequenas, frequentemente por vários anos. Porém, a “doença” não é curada através da Ritalina: assim que a aplicação do medicamento é suspensa, os sintomas reaparecem imediatamente agravando-se.

A Ritalina é uma pílula contra uma doença inventada, contra uma doença, a de ser um jovem “difícil”, lê-se no Deutscher Apotheker Zeitung (publicação dirigida às farmácias). E o inventor da TDAH, o várias vezes condecorado neurologista norte-americano Eisenberg, declarou consternado no fim da vida: “A pré-disposição genética para TDAH é completamente superestimada”.

Ao contrário disso, os psiquiatras infantis deveriam pesquisar com muito mais carinho os motivos psicossociais, que podem levar a desvios de comportamento, declarou Eisenberg ao jornalista científico e autor de livros, Jörg Blech, conhecido pela sua ampla crítica à indústria farmacêutica e seu livro Die Krankheitserfinder (Os inventores de doença).

Reconhecimento tardio, muito tarde, mais do que tarde!

Arrependido, Eisenberg afirmou antes de morrer onde poderiam ser encontradas as causas, e elas deveriam ser examinadas com maior afinco ao invés de se lançar mão logo de imediato do remédio: há disputas entre os pais, mãe e pai moram juntos, existem problemas na família? Estas perguntas são importantes, mas elas tomam muito tempo, citando Eisenberg, o qual, suspirando, acrescentaria: “receitar um remédio é mais fácil e pode ser indicado mais rapidamente.”

“A sociedade actual e os nossos sistemas estão-se tornando desagradáveis aos jovens”, afirma também o professor para pesquisa de abastecimento farmacêutico da Universidade de Bremen, Gerd Glaeske. Jovens querem viver com mais riscos e experimentar… Mas falta-lhes o necessário espaço livre. Jovens tentam ultrapassar os limites, isso chama a atenção do nosso sistema.

“Quando alguém diz que os jovens atrapalham, também devemos conversar sobre aqueles que se sentem incomodados”, declarou o professor.

(…) A comissão ética da Suíça na área de medicina humana, NEK, desferiu uma nota bastante crítica em Novembro de 2011 diante o uso do medicamento Ritalina usado contra TDAH: o comportamento da criança é influenciado através da química, sem que seja necessário qualquer esforço próprio. Isso é uma agressão à liberdade e personalidade da criança, pois compostos químicos causam certas mudanças comportamentais, mas que as crianças não aprendem sob a acção de drogas químicas, como poderiam mudar de hábito por si próprias. Com isso lhes é subtraída uma importante experiência de aprendizado para actuarem com responsabilidade própria e respeito alheio, “a liberdade da criança é sensivelmente reduzida e limita o desenvolvimento da sua personalidade”, critica o NEK.

Sobre as consequências para a saúde através da ingestão de psicofármacos, nada é declarado. Peter Riedesser alerta: “Hiperactividade não é necessariamente um sinal de perturbação profunda, como uma depressão, que deve ser tratada com outra coisa diferente de Ritalina”.

Referência: http://info.kopp-verlag.de/

 

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