Artigos
Dia Mundial Do Índigo Em Portugal
Foi festejado o dia 29 de Janeiro, em todo o mundo, como
Dia
Mundial Dos Índigos. Mais de 100.000 pessoas assistiram ao filme
ÍNDIGO em todo o mundo. Este
filme foi também exibido no nosso país e cerca de quatrocentas
pessoas assistiram com muito interesse à sua exibição.
No dia 29 foi em Oeiras, no auditório do Centro de Apoio
Social, onde depois da sua exibição, se fez um debate
dinâmico e esclarecedor sendo abordadas muitas questões que se
prenderam com o conteúdo do filme. Estiveram na mesa Teresa
Guerra, Filomena Serra, Alain Aubry, e Eduardo Buzaglo. Estes
dois últimos representantes da
PAN Portugal.
No dia 30 a exibição do filme teve lugar em Lisboa no
Instituto Português da Juventude e os convidados que
estiveram com Teresa Guerra na mesa foram os mesmos, à excepção
de André de Almeida, que em muito animou o debate, devido a sua
vasta cultura, capacidade de análise e consciência espiritual,
que considero uma das maiores deste país.
Embora o filme ÍNDIGO
tenha sido percebido por todos os que a ele assistiram, devido à
simplicidade e clareza do seu conteúdo, houve algumas questões
que se levantaram em relação ao tema e que convém serem
abordadas, a saber:
-
As crianças índigo só agora surgiram no planeta?
-
Devemos tratar estas crianças como especiais e dar-lhes
um estatuto diferente?
-
É importante a educação para estas crianças?
-
Como podem, um dia, adaptar-se à sociedade e ao meio se
são, por vezes, tão dispersas e desinteressadas e parecem
viver num mundo só delas?
O filme ÍNDIGO apesar de
decorrer em contexto americano mostra bem a personalidade de uma
criança, que apesar da sua tenra idade consegue lidar e
adaptar-se, perfeitamente, ao meio onde está inserida. Grace a
pequena e principal actriz do filme, criança índigo que podemos
caracterizar como índigo interdimensional, (um dos vários tipos
existentes, segundo os estudiosos existem ainda: humanistas,
conceptuais e artistas) consegue lidar perfeitamente com a
interdimensionalidade e quando o avô (Neal Donald Wash) lhe diz
que tudo não passa de imaginação dela, responde simplesmente e
com muita convicção “e quem te disse que a imaginação não é real
e que o real não é imaginação?”.
O avô que, inicialmente, apenas vê e acredita na 3ª
dimensão, pela força das circunstâncias vê-se obrigado a
acreditar no chamado “desafio interdimensional”, não é por acaso
que certas crianças nascem em certas famílias, elas vêm mesmo
com uma missão muito especial de mudar e transformar o mundo a
partir do meio onde estão inseridas. Pois como alguém dizia: “o
acaso é a impressão digital de Deus”. Mas só conseguimos ver e
perceber estas coisas quando estamos em sincronicidade, ou antes
a sincronicidade só é possível quando se está na rede.
A “rede telepática” é claramente a chave de todo este
maravilhoso filme. Ela aparece-nos espelhada nos desenhos da
Grace de uma forma grandiosa e sente-se ao longo de todo enredo,
sobretudo por entre as árvores e seu emaranhado que contrasta
com a luminosidade dos raios solares, deixando transparente a
vibração magnética e multidimensional existente no universo.
Este é o grande efeito especial que encontramos no filme.
Portador de uma mensagem simples mas muito profunda,
ÍNDIGO vem abrir os caminhos
para uma iluminação colectiva, ele é verdadeiramente uma
alavanca de passagem para outras dimensões da humanidade. Para
isso é necessário começarmos a sintonizar e “acreditar” como
dizia Grace, o segredo é tão simples... não sei de que estamos à
espera, se o homem tem nas suas mãos ferramentas tão potentes,
não sei de que estamos à espera e por que motivo continuamos a
insistir em coisas que só nos poderão levar à destruição e
morte: como o ódio, a raiva, a ganância, a inveja. Se
continuamos a querer formatar as nossas crianças, com a desculpa
de que elas têm que se adaptar a um mundo que nós sabemos que
está em decadência...que está cada vez mais a caminhar para o
apocalipse...
Educar uma criança índigo é mais fácil do que poderá
parecer, porque elas são sensíveis, intuitivas, inteligentes,
sábias, mas têm um profundo conhecimento do que é autentico e
amam a verdade e a justiça com toda a força dos seus
coraçõezinhos, por isso basta amarmo-las muito e para as
educarmos devemos discutir com elas as regras e normas que
entendermos serem correctas, elas darão a sua opinião e, em
diálogo, constante e aberto conseguiremos que cumpram tudo
aquilo a que se comprometem. No entanto, pais e educadores têm
que aprender a ser firmes sem autoritarismo mas sabendo exercer
a sua autoridade com amor. E sobretudo têm que começar a fazer
um sério percurso espiritual.
No livro
Crianças Índigo, tudo isto vem explicado ao
pormenor, incluindo a questão das crianças índigo não surgirem, apenas, neste momento, no nosso planeta. Sempre
existiram índigos, só que antes o universo só nos brindava com
um de vez em quando e agora resolveu mandá-los cada vez em maior
número, porquê? É que chegou a altura da verdadeira mudança
cósmica e planetária. O tempo está-se a esgotar e é hora de
todos entrarmos em sintonia com a rede telepática e
interdimensional para isso, como explicaram Alain e Eduardo da
PAN Portugal, é necessário também mudarmos para um outro
tipo de calendário, diferente do gregoriano (onde tempo é
dinheiro... com tudo o que isso implica: stress, materialismo,
desordem, doença...) e passarmos a viver segundo as leis
naturais do Novo Tempo do calendário da treze luas (onde tempo é
arte... e tudo volta a ser natural e sintonizado com as leis da
natureza e do universo, da paz e da harmonia).
Um agradecimento muito especial a todos os que participaram,
colaboraram e estiveram presentes neste primeiro evento da
Casa Índigo. Que os anjos vos
protejam a todos.
Teresa Guerra
|
Filme ÍNDIGO
Sobre os criadores do Filme ÍNDIGO
 A
Evolução Índigo |