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Aviso Sobre a Wikipedia

  
   

Um editorial do Blog de Lee Caroll
Co-autor de “Crianças Índigo”, “Uma Celebração Índigo” e “As Crianças Índigo 10 Anos Depois”

A enciclopédia interactiva on-line designada por Wikipedia não representa adequadamente o tema das Crianças Índigo.
 


A ideia de uma enciclopédia online é, na verdade, uma boa ideia, pois o conceito é o de que uma base colectiva de informação será sempre melhor do que mesmo a informação do maior perito num dado assunto. É isso que a WIKIPEDIA é. É uma ideia que tem mérito; na verdade, existem muitas pessoas que sabem muito acerca de assuntos que outras não conhecem. Por a enciclopédia ser interactiva, todos podem fazer alterações de forma a facilitar uma maior base de conhecimento para todo o planeta. Congratulo a coragem daqueles que criaram e organizaram este website.

Infelizmente, a implementação do processo de edição tem bastantes falhas. Não existe forma de verificar as edições. Adicionalmente, se fores uma pessoa com bastante conhecimento factual, outros podem entrar em conflito com esse conhecimento, por terem informações diferentes, e criar uma “batalha editorial de ideias”.
Alguns dos voluntários da Wikipedia não fazem mais do que copiar as informações que correspondem à sua opinião parcial do assunto, e constantemente alteram os textos para que eles voltem a corresponder ao seu ponto de vista. Passam horas por dia a fazer apenas isso.

Seria óptimo se a Wikipedia possuísse algum local onde uma pessoa se pudesse dirigir para ser validado enquanto “perito” ou “autor”, mas isso não acontece. A logística de um processo destes implicaria centenas de horas e o custo seria proibitivo.

Por isso, recebemos aquilo que é possível, e a Wikipedia torna-se num sítio que, actualmente, quase todos os educadores e professores sabem que tem falhas, nunca recomendam aos seus alunos e não aceitam como fonte de estudo ou de relatórios.

Se procurar por “Crianças Índigo” na Wikipedia, aquilo que encontra é uma página cheia de informação parcial, sendo que a primeira falha é a que colocam o tema como informação da “Nova Era”. E não é, nunca foi.
A página oferece a clássica falta de informação completa, baseada no único comentário que escrevemos na parte de trás do nosso último livre, como forma de motivar a curiosidade das pessoas para entenderem o que são, e o que não são, crianças índigo:

“As crianças índigo? Ah sim... Já ouvi falar delas! São aquelas crianças especiais que fazem ‘coisas psíquicas’ e que têm auras azul-índigo, certo?”

A Wikipedia diz que elas são... adivinhou... crianças psíquicas da Nova Era com auras azul-índigo... o mesmo tipo de falta de informação que temos tentado corrigir na comunicação social há uma década.

As crianças índigo são um tema em voga, actualmente. Elas foram assim designadas por uma mulher (Nancy Tappe) que é cinesteta (possui a capacidade de cinestesia), e não por um vidente que viu uma aura. Na verdade, as auras não têm nada a ver com as Crianças Índigo.

Acreditamos que estas crianças representam o início de uma nova consciência, uma mudança efectiva na natureza Humana, e muitas pessoas em todo o mundo estão a aperceber-se do mesmo.

Educadores, assistentes sociais e pais, estão todos a assumir a defesa deste fenómeno. Nos últimos 10 anos, os “livros índigo” venderam mais de um milhão de cópias em 24 idiomas... a humanidade está, obviamente, a aderir a este fenómeno em larga escala.
A síndrome de Défice de Atenção e de Défice de Atenção com Hiperactividade continua a aumentar de uma forma exponencial, indicando até mesmo à comunidade médica de que “algo está diferente”. Mas, na verdade, não existe nenhuma ciência por detrás disto, e é tudo uma questão de “experiência”. Sabemo-lo bem, mas existem tantas evidências da “vida real” neste momento, relacionadas com este fenómeno, que acreditamos que está realmente a ocorrer uma mudança na natureza Humana, a qual é muito concreta.

Quando tentei modificar a página da Wikipedia, fui simpático. Alterei apenas a parte da aura, não toquei na parte do criticismo enviesado e não mudei a parte em que este tema era muito comercial e “new age”.

Quis fazê-lo… (as grandes indústrias farmacêuticas são o local onde o verdadeiro “comércio” está... com a Ritalina), mas isso apenas iria adicionar mais informação parcial.

Também adicionei o nosso último livro às referências. Por isso, foi uma edição suave e factual, dada pelo autor (eu) que apresentou a Nancy Tappe ao planeta e que proliferou o termo Crianças Índigo.

As minhas alterações foram rejeitadas, não apenas uma, mas três vezes. Até mesmo o novo livro sobre Índigos foi removido (como se não existisse?). Da segunda vez, forneci as minhas referências e pedi-lhes contactassem editora Hay House (para verificação das informações que estava a tentar alterar na página), indicando-lhes o URL do site oficial sobre Índigos e pedindo-lhes que também contactassem este website para validação dos meus contactos. Ainda assim, a página continuou a ser revertida para o seu estado original. Eles não se demonstraram interessados nos factos e, obviamente, não os quiseram confirmar.

Por isso, lanço este aviso:

A Wikipedia não é um representante adequado do tema das Crianças Índigo e possui voluntários com opiniões parciais e enviesadas, e que não permitem uma alteração simpática do próprio autor, para que esteja disponível informação factual e actualizada.

Com base na nossa experiência, sentimos que a informação da Wikipedia não deve ser utilizada para nenhuma actividade relevante sobre o tema. Existem muitas opiniões editoriais enviesadas e, por isso, a informação é suspeita.

Isto é triste para o tema das Crianças Índigo, uma vez que impede que muitas pessoas olhem para ele e ajudem crianças que, obviamente, pouco se importam com “batalhas editoriais”. Elas apenas sabem que são diferentes e que procuram orientação.
Mais uma vez, o nosso objectivo não é vender-lhe um livro, mas sim ajudar a educar aqueles que lidam com crianças com uma nova consciência.

Avise os seus amigos. Talvez exista algum sábio da Wikipedia algures que possa efectivamente alterar a página para algo correcto e que não se permita calar pelas opiniões daqueles que não querem ver o assunto actualizado. Nunca se sabe.

A informação da Wikipedia encontra-se em baixo: a que está actualmente no site e a que seria desejável.

Obrigado!
LEE CARROLL
 


PÁGINA ACTUAL DA WIKIPEDIA (6 de Março de 2009)

No movimento da Nova Era, as crianças índigo são crianças que se acredita representarem um estádio mais elevado da evolução humana. O termo em si é uma referência à crença de que tais crianças possuem uma aura de cor azul-índigo. As crenças acerca da natureza exacta das crianças índigo vária, sendo que alguns acreditam que elas possuem capacidades paranormais, como a capacidade de ler pensamentos, enquanto outros acreditam que elas se distinguem das crianças não-índigo meramente por traços mais convencionais, como uma elevada empatia e criatividade.

Não existe suporte científico para estas afirmações.

O termo crianças índigo tem origem no livro de 1982, Compreendendo a Tua Vida Através da Cor, de Nancy Ann Tappe, uma auto-proclamada cinesteta e psíquica, que afirma possuir a capacidade de captar as auras humanas. Ela escreveu que durante meados da década de 1960, começou a notar que muitas crianças nasciam com auras índigo. Hoje, ela estima que 60% das pessoas com idades compreendidas entre os 14 e os 25 anos e 97% das crianças com menos de 10 anos são “índigo”.

A ideia das crianças índigo foi mais tarde popularizada, em 1998, pelo livro As Crianças Índigo: As Novas Crianças Chegaram, escrito pela equipa de marido e mulher, Lee Carroll e Jan Tober. De acordo com Carroll, ela aprendeu acerca do conceito das crianças índigo enquanto canalizava um ser conhecido por Kryon, uma energia Mestra e Angélica. Tober afirma que ela e Carroll não falam muito sobre Kryon em entrevistas, pois entendem que esta pode ser uma potencial barreira para atingir uma audiência mais abrangente, fora do movimento da Nova Era.

Leituras recomendadas
Redman, Deb (2001). "Investing in Adult Understanding of Special Children." Chicago: Project Legacy.
Lancaster, Dianne (2002). Anger and the Indigo Child. Boulder: Wellness Press.
Carroll, Lee and Tober, Jan (1999). "The Indigo Children." California: Hay House, INC.

 


MUDANÇAS DESEJADAS:

As crianças indigo são crianças que se acredita representarem um estádio mais elevado da evolução humana. O termo em si foi generalizado por uma mulher (Nancy Tappe), uma cinesteta que via a aura índigo como parte da sua cinestesia. As crenças acerca da natureza exacta das crianças índigo variam, sendo que alguns acreditam que elas têm capacidades paranormais, como a capacidade de ler pensamentos; contudo, isto não é o que os autores dos livros originais indicaram. A informação original indica traços mais convencionais, como a elevada empatia e criatividade, assim como pensamento conceptual em oposição ao pensamento linear.

Não existe suporte científico para estas afirmações.

O termo crianças índigo tem origem no livro de 1982, Compreendendo a Tua Vida Através da Cor, de Nancy Ann Tappe, uma cinesteta que afirma possuir a capacidade de perceber a energia humana através da cor. Ela escreveu que durante meados da década de 1960, começou a notar que muitas crianças nasciam com cores índigo à sua volta. Hoje, ela estima que 60% das pessoas com idades compreendidas entre os 14 e os 25 anos e 97% das crianças com menos de 10 anos são “índigo”.

A ideia das crianças índigo foi mais tarde popularizada, em 1998, pelo livro As Crianças Índigo: As Novas Crianças Chegaram, escrito por Lee Carroll e Jan Tober. Tober afirma que ela e Carroll não falam muito acerca destas capacidades de canalização em entrevistas, pois entendem que esta pode ser uma potencial barreira para atingir uma audiência mais abrangente, fora do movimento da Nova Era.

Leituras recomendadas
Redman, Deb (2001). "Investing in Adult Understanding of Special Children." Chicago: Project Legacy.
Lancaster, Dianne (2002). Anger and the Indigo Child. Boulder: Wellness Press.
Carroll, Lee and Tober, Jan (1999). "The Indigo Children." California: Hay House, INC. / (2000) "An Indigo Celebration." California: Hay House, INC. / (2009) "The Indigo Children Ten Years Later." California: Hay House, INC.